Eneagrama  Instintos e Subtipos

Você provavelmente já passou, em algum momento, pela experiência de se sentir muito tocado pela descoberta do seu tipo no Eneagrama e por trabalhar com as questões centrais de seu tipo. Ao conhecer mais sobre instintos e subtipos, você provavelmente vai iniciar uma nova etapa de trabalho interior, sentindo-se tocado por novas explicações centrais de por que você é quem é, além de ganhar novos desafios muito importantes de auto-desenvolvimento.


O Eneagrama ensina que todos nós temos 3 instintos: autopreservação, sexual e social.

Estes 3 instintos podem ser compreendidos como subdivisões ou funções do que, no Eneagrama contemporâneo, chamamos genericamente de Centro Instintivo. Estes instintos se referem, também, a estratégias animais de sobrevivência e a três conjuntos básicos de comportamentos inconscientes que todos nós temos. Em estado saudável, estes instintos funcionam na dose certa, quando necessário e adequado e, neste estado, nós não superestimamos ou subestimamos nenhuma destas esferas específicas da vida (autopreservação, sexual e social).


Quando estamos no estado da personalidade (aquele estado em que “99,99% das pessoas passam 99,99% do tempo”), estes instintos se tornam destorcidos com exageros (instinto dominante) ou subestimação (instinto reprimido).

E, por detrás do nosso instinto dominante e do nosso instinto reprimido, existem questões centrais ou complexos centrais de nossa psique, responsáveis por uma parte importantíssima daquilo que nos afasta de uma experiência de Essência. Estas questões centrais estão entre as mais inconscientes de todas e são difíceis de serem trabalhadas. Mas, há métodos eficazes para sermos bem sucedidos nesta empreitada.


O nosso instinto dominante, quando misturado com a paixão ou vício emocional de nosso tipo no Eneagrama, gera nosso subtipo. Este nosso subtipo dominante determina comportamentos e focos de atenção recorrentes que nos distinguem de outras pessoas de nosso tipo.

Este também é um material muito interessante para ser estudado, provendo uma explicação de porque não nos identificamos com uma parte das descrições normais de nossos tipo ou de porque algumas características de nosso tipo ficam mais ou ficam menos enfatizadas em nós.

>Este estudo também nos ajuda a eliminar os estereótipos equivocados a respeito dos nove tipos do Eneagrama, de forma a corrigir interpretações erradas e a refinar o domínio deste sistema para uso em nós mesmos e em outras pessoas.

Com a compreensão destas nuances de instintos dominantes e reprimidos de cada um dos nove tipos, passamos a ser capazes, por exemplo, de não cair em erros de diagnóstico dos tipos que são muito comuns a pessoas que conhecem bem os 9 tipos, mas não os 27. Aliás, este estudo resulta em 54 e, depois, em 108 diferentes tipos do Eneagrama.

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